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Turismo de base comunitária

Garantir a preservação ambiental por meio do turismo
de observação e da educação ambiental.

A Associação

História

Fundada em julho de 2009, a partir do desejo de lutar pelos direitos dos comunitários de usufruir da natureza com consciência e responsabilidade, discutindo e propondo soluções para os problemas locais. Unia-se um grupo de guias comunitários motivados, inicialmente, pelos conflitos em torno do turismo de observação dos peixes-bois-marinhos em ambiente natural.

Em 2009, os Ministérios Públicos Federal e Estadual, as prefeituras de São Miguel dos Milagres e Porto de Pedras, juntamente com o Centro Mamíferos Aquáticos e a APA Costa dos Corais, unidades do ICMBio, e comunidade local, para defender interesses de conservação da espécie do mamífero aquático mais ameaçado de extinção no litoral brasileiro e seu habitat, a Costa dos Corais.

Neste momento foi criado o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o ordenamento do turismo de observação do peixe-boi marinho na APA Costa dos Corais, somente permitido no estuário do Rio Tatuamunha, entre Porto de Pedras com São Miguel dos Milagres.

Durante cinco anos a Associação vem trabalhando a educação ambiental nas escolas da região, trazendo estudantes e professores para conhecer o peixe-boi e o manguezal, além de atender turistas de todo o Brasil e de vários lugares do exterior, principalmente Holanda, França e Suíça, para visitação ao Santuário do Peixe-boi: o rio Tatuamunha.

A cada dois anos, o ICMBio realiza uma nova capacitação para o credenciamento dos condutores que acompanham os visitantes durante todo o passeio de observação do peixe-boi.

Nosso trabalho está direcionado ao serviço de condução de visitantes e às ações socioambientais para a gestão ambiental compartilhada e a melhoria da qualidade de vida da população local.

No ano de 2012 tivemos a oportunidade de conhecer a Fundação SOS Mata Atlântica, através de projetos apoiados na APA Costa dos Corais e por fazer parte do Conselho desta unidade de conservação. Então, fomos apoiados pela Fundação no desenvolvimento de alguns projetos de estruturação da Associação.

Institucional

Nossa Missão

Exercer de forma comunitária e organizada o turismo de observação do peixe-boi marinho, contemplando os ecossistemas manguezal e recifes de corais.

Procuramos proporcionar, além dos agradáveis passeios de jangada, uma consciência ecológica através da sensibilização ambiental, tanto aos turistas quanto à comunidade local.

Visão de futuro

Ser reconhecida pela sociedade como uma organização civil de referência na atividade do turismo ecológico de base comunitária, no apoio à conservação da natureza e no desenvolvimento da educação ambiental.

Valores

Ética

Honestidade

Responsabilidade Social

União

Comprometimento

Respeito à natureza

Quem Somos

Uma associação comunitária, composta por ribeirinhos, pescadores, estudantes, todos moradores dos municípios de Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, no litoral norte de Alagoas. Atualmente contamos com 53 associados, destes 20 são condutores do Passeio ao Santuário do Peixe-boi, 23 são remadores, além de artesãos e sócios colaboradores, todos nascidos e criados na região. Conheça nossa Diretoria:

Flávia Rêgo: Presidente da Associação. Casada e mãe do Michel que tem 5 anos. É portopedrense, pai marinheiro, mãe doméstica, teve de ser criada pela avó. Formou-se em Biologia pelo IFAL. Atua como condutora de turistas, professora e educadora ambiental.

José Ismar: Encarou o desafio de ser o Vice-presidente da Associação, ao lado de Flávia. É pescador e filho de pescador com muito orgulho, também atua como remador nas embarcações que conduzem os turistas ao passeio pelo Santuário do Peixe-boi.

Carla Virgínia: É a Secretária da Associação. Nascida e criada em Porto de Pedras, filha de pescadores, iniciou o curso superior em Enfermagem. Atua como condutora de turistas na Associação e educadora ambiental em projetos desenvolvidos na região em parceria com outras instituições.

Delvan Araújo: Segundo Secretário. Milagrense, nascido e criado no povoado do Toque, aprendeu a ser pescador com o pai. Divide-se entre a pesca e a condução de turistas ao Santuário do Peixe-boi.

Adelmir Cristóvão: Diretor Financeiro da Associação. Portopedrense, morador ribeirinho do Povoado Tatuamunha. Atua como remador no turismo de observação do peixe-boi.

Cristiano Francisco: Segundo Diretor Financeiro. Também portopedrense, ribeirinho do Povoado Palmeira. Atua como remador no turismo de observação do peixe-boi.

Jefferson José, Adriano Manoel e Fabiano Francisco: São conselheiros fiscais da Associação. Portopedrenses e ribeirinhos. Atuam como remadores no turismo de observação do peixe-boi.

Mikaelly Nascimento: Recepcionista da Associação. Portopedrense. É auxiliar de escritório e estudante de Pedagogia.

Turismo de Base Comunitária

A Associação Peixe-boi realiza atividades e serviços envolvendo a comunidade no atendimento de visitantes.

Os comunitários de Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, no litoral norte de Alagoas, de forma associativa e solidária, organizam o passeio para observação do peixe-boi no Rio Tatuamunha, passeios ecológico-culturais pela Rota Ecológica de Alagoas (região que integra os municípios de Passo de Camaragibe, São Miguel dos Milagres e Porto de Pedras).

Promovem também artesanatos produzidos na própria associação ou por parceiros locais, como: pelúcias do peixe-boi, sabonetes, camisetas, chinelos e lembrancinhas diversas.

Estas ações visam à diversificação da economia local e a geração de renda para famílias vulneráveis socialmente.

Incentiva a valorização da cultura local e das atividades tradicionais em consonância com a conservação da rica biodiversidade da região.

Observação do Peixe-Boi

Para realizar a observação dos peixes-boi no Rio Tatuamunha, sem impedir que eles cumpram seu papel biológico (interação com outros indivíduos da mesma espécie, reprodução, alimentação, descanso), faz-se necessário respeitar algumas regras.

Para evitar um número excessivo de operadores, o ICMBio só permite que o passeio seja realizado por condutores capacitados e credenciados a cada temporada de 2 anos. Todos os condutores, remadores e artesãos envolvidos com a atividade estão unidos através da Associação Peixe-Boi.

Vejamos algumas regras:

• Aberto todos os dias, sendo necessário o agendamento por telefone ou email;

• Os passeios de jangada no rio tatuamunha são restritos ao horário das 10h às 17h. A duração do passeio é de 1h30m (o último embarque deve iniciar às 15h30m para encerrar a tempo);

• Não é permitido alimentação nem qualquer forma de interação do público com o animal, apenas a observação.

10 passeios por dia, totalizando 70 visitantes/dia;

• 20 condutores credenciados, fazendo rodízio (dia sim, outro não);

Características do Passeio

Contemplação do rio e manguezal de Tatuamunha, com sua flora e fauna local, em especial o peixe-boi. O visitante é acompanhado por um condutor credenciado durante todo o passeio. Começa com uma pequena caminhada pelo povoado até chegar à ponte estreita sobre rio e manguezal (15min).

Após a travessia da ponte, onde já se pode contemplar a beleza e riqueza da biodiversidade local (+15min), embarca-se numa jangada simples, conduzida com varas por 2 remadores. Segue-se por um passeio tranquilo com algumas paradas no leito ou nas camboas do rio, além de uma parada para observar o recinto de readaptação dos peixes-boi e, com sorte, para contemplar os animais livres que podem ser encontrados no percurso (+1hora).

Duração: cerca de 1h30min.

Grau de dificuldade: baixo/médio (tomar cuidado na travessia da ponte de madeira por ser estreita e rústica).

Restrições: antes da trilha, favor verificar regras específicas da Zona do Peixe-boi no Plano de Manejo da APA Costa dos Corais, disponível na recepção da Associação.

Dicas: se tiver medo de se equilibrar na ponte, vá de mãos-dadas; na jangada, use colete salva-vidas. E fotografe tudo, seu passeio será inesquecível!

*Patacho Receptivo - Transfer para a região da Rota Ecológica: patachoreceptivo.com.br

Criticamente em perigo

O peixe-boi marinho é hoje o mamífero aquático
mais ameaçado de extinção no Brasil.

Peixe-Boi Marinho

Criticamente em perigo

A espécie é listada como “vulnerável a extinção” em âmbito mundial pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, 2012). Nos Estados Unidos é classificada como “ameaçada” pelo U.S. Endangered Species Act (1973). No Brasil é a espécie de mamífero aquático mais ameaçada de extinção, classificada como “em perigo crítico” desde 1989 (MMA, 2010).

Existem inúmeros fatores que podem levar os peixes-bois-marinhos à extinção ou contribuir para o seu desaparecimento. Os principais são:

Caça intensa no passado: quando os portugueses descobriram o Brasil, os peixes-bois eram abundantes nos mares e milhares de animais foram mortos. Os holandeses também promoveram a caça e a exploração econômica da espécie no Nordeste, durante o período colonial.

Pesca criminosa na atualidade: hoje encontra-se mais restrita à região amazônica e Maranhão, mas continua existindo. Em 86% das capturas, são utilizados arpões. Os pescadores também matam o peixe-boi a pauladas, facadas ou tiros.

Captura acidental: redes de emalhes ou arrasto e bombas caseiras utilizadas para pesca de peixes e crustáceos também provocam a morte de peixes-bois-marinhos por afogamento e lesões profundas, respectivamente.

Destruição dos locais onde vive: principal ameaça atual aos peixes-bois-marinhos é causada, em grande medida, pela ocupação humana desordenada e exploração econômica dos nossos litorais. O assoreamento dos rios, por exemplo, é o principal responsável pelo encalhe e morte de filhotes nas praias. Na região Nordeste, 25% dos óbitos são consequência do encalhe de filhotes. No Norte, esse percentual cai para 1,7% (nessa região, porém, a caça ainda é praticada). Com o assoreamento, as fêmeas não conseguem chegar ao interior do estuário na hora do parto e acabam parindo em mar aberto. Os filhotes são levados pelas correntes e encalham nas praias quando a maré baixa.

Poluição: provoca a morte pela ingestão de lixo e pelo envenenamento das águas e seu alimento.

Embarcações motorizadas: o choque das hélices e cascos dos barcos causa ferimentos sérios que provocam a morte ou amputação de parte dos animais.

A forte pressão da ocupação humana no litoral brasileiro tem dificultado a sobrevivência do peixe-boi marinho. Atualmente, estima-se a existência de apenas 500 exemplares da espécie no País. Mesmo no Nordeste, alguns estados já não registram mais a ocorrência do mamífero, como é o caso da Bahia e de Sergipe. No Brasil colonial, a espécie ocorria desde o Espírito Santo ao Oiapoque.

Sobre a Espécie

É um verdadeiro gigante do mar. Forte, chega a atingir até 4m de comprimento e pesar impressionantes 600kg. Medidas “exuberantes”, que contrastam com o temperamento dócil e cativante dos exemplares da espécie Trichechus manatus (LINNAEUS, 1758), mais conhecida como peixe-boi-marinho.

De cara arredondada, olhos pequenos, corpo roliço e, ainda por cima, com um carisma único, o mamífero aquático é “expert” em despertar o encantamento de crianças e adultos, seja durante uma rara aparição pelas praias e rios do Norte e Nordeste – únicas regiões onde ainda é possível encontrar o peixe-boi-marinho no País – ou mesmo durante um passeio pelo Rio Tatuamunha, no litoral norte de Alagoas, o famoso Santuário do Peixe-boi. Mas, sua importância na natureza vai muito além de divertir ou encantar o ser humano: herbívoro, o peixe-boi atua na base da cadeia alimentar e, se extinto, pode desestruturar o ciclo e levar outros animais à morte.

Quando adultos, os peixes-bois se alimentam, basicamente, de algas marinhas e do capim-agulha (daí o nome popular da espécie em língua portuguesa estar associado a “boi”). Um exemplar é capaz de consumir até 60kg (ou 10% do seu peso) de alimento por dia. Se o excesso dessas plantas aquáticas não for eliminado, elas podem impedir a passagem de luz para dentro da água e provocar a morte de peixes.

Além disso, a partir da elaboração da sua dieta, o peixe-boi elimina nutrientes que servirão de base para o crescimento de fitoplânctons (algas quase invisíveis de tão pequenas) e zôoplanctons (larvas de peixe e minúsculos crustáceos), elementos que são a base da vida nos estuários de rios e ambientes recifais.

São lentos ao nadar e dóceis com os seres humanos. Estas características os tornam frágeis e, como sobem frequentemente para respirar, são avistados com facilidade. Têm vida longa, cerca de 60 anos. Mas o ciclo reprodutivo é lento. Para que um filhote nasça (13 meses de gestação), cresça (2 anos de amamentação) e reproduza, gerando um descendente, é preciso muito tempo.

Todas estas características demonstram o quanto a espécie precisa de atenção especial para sua conservação na natureza.

Projeto Peixe-boi (CMA/ICMBio)

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É justamente para mudar esse cenário preocupante de mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil que, em 1980, foi criado o Projeto Peixe-boi pelo Governo Federal.

Atualmente, o Projeto Peixe-boi é executado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA), uma unidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com sede na Ilha de Itamaracá/PE e base em Porto de Pedras/AL.

A equipe do CMA se dedica a proteger este mamífero aquático, cuidando dos filhotes encalhados, reabilitando e preparando os animais para a vida livre. As solturas são realizadas no Rio Tatuamunha, litoral norte de Alagoas. Nos primeiros meses de vida livre, os animais são monitorados por satélite.

A Associação Peixe-boi é uma parceira do CMA/ICMBio no cuidado e monitoramento do peixe-boi, trazendo para dentro da rotina do Projeto Peixe-boi a participação e o apoio das comunidades ribeirinhas que residem nos municípios de Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, Alagoas. Por outro lado, ao conduzir turistas para a observação dos peixes-bois-marinhos livres na natureza, a Associação gera renda para mais de 50 famílias destas comunidades e sensibiliza visitantes de todo o mundo.

Quer saber mais?

www.icmbio.gov.br/cma

www.ampa.org.br

www.vivaopeixeboimarinho.org

Faça o download:

Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Sirênios

Comunicação

O peixe-boi se comunica através de pequenos 'gritos', chamados vocalizações. Esta comunicação é muito importante entre a mãe e o filhote. A fêmea é capaz de reconhecer o seu filhote entre muitos outros apenas pela vocalização.

Fôlego

Os peixes-bois, quando em atividade, podem ficar de 1 a 5 minutos debaixo d'água, sem respirar. Depois disso, eles precisam subir à superfície para "reabastecer" os pulmões. Já em repouso, podem permanecer até 20 minutos submersos.

Área de proteção ambiental

Ajudando a preservar a maior unidade de conservação
federal marinha do Brasil.

APA Costa dos Corais

Sobre a APA

A Área de Proteção Ambiental (APA) da Costa dos Corais é uma Unidade de Conservação Federal de Uso Sustentável, ou seja, é permitido o uso dos recursos naturais de forma adequada, seja através do uso direto (exemplo: pesca) ou uso indireto (exemplo: turismo). Foi criada através do Decreto Federal s/nº de 23/10/1997 e seus objetivos de criação são: a conservação dos recifes de corais e manguezais, com suas fauna e flora; proteger a população de peixe-boi-marinho (Trichechus manatus); ordenar as atividades econômicas dentro da unidade e promover a cultura local.

A APA Costa dos Corais está situada entre a foz do rio Formoso (Tamandaré/PE) e o do rio Meirim (Maceió/AL), contemplando ambientes de recifes de corais, praias, estuários, manguezais e a plataforma continental. A área abrange um total de 413,563 hectares, distribuídos em 135 km de costa, compreendendo 13 municípios nos dois estados. Os limites da unidade adentram 18 milhas náuticas em direção ao Oceano Atlântico até a isóbata de 49m, sendo uma das maiores unidades de conservação marinha e a primeira criada para proteger os corais no Brasil.

Está inserida totalmente em área pública (mar e estuários), ecossistemas cujos recursos naturais (pescado e beleza cênica) são utilizados por uma grande parcela da comunidade local, para geração de renda e subsistência.

Também é importante salientar que a APA e suas áreas adjacentes, vem recebendo diversos incentivos e recursos nacionais e internacionais, por ser um dos mais importantes alvos da política nacional de desenvolvimento do turismo. Exatamente por apresentar um grande fluxo turístico, além de estar sujeita a exploração desordenada da pesca, caracteriza-se como uma região susceptível a graves impactos ambientais e socioculturais, justificando-se a proteção pretendida com a criação da Unidade.

O Conselho Gestor da APA Costa dos Corais (CONAPAC), foi criado no final de 2011, com 28 acentos e a participação de 45 instituições de Alagoas e Pernambuco, entre elas, a Associação Peixe-boi é membro titular. Outro marco importante na história da unidade foi a publicação do Plano de Manejo no início de 2013. Este documento define os planos de ações para a gestão da área e cria zonas especiais de manejo que estabelecem as regras de uso da unidade.

O Santuário do Peixe-Boi

O que chamamos de "Santuário do Peixe-Boi" é a área de visitação ao peixe-boi na natureza, um trecho dentro da Zona de Conservação da Vida Marinha do Peixe-boi, que vai da ponte rústica de madeira no Rio Tatuamunha até a “Pedra do Mero” (ponto no leito do rio onde existe uma laje submersa utilizada como abrigo por meros, espécie de peixe ameaçada de extinção).

No Santuário do Peixe-boi não é permitido o uso de motor nas embarcações, por isto a Associação só utiliza varas para remar com as jangadas no rio. O objetivo é proteger o peixe-boi contra o risco de acidentes e também preservar o silêncio e a tranquilidade para os bichos. Por isto, chamamos de Santuário do Peixe-boi. Mergulhar, nadar e pescar é permitido, mas não se pode tocar, alimentar ou atrapalhar os bichos. A relação com eles deve ser harmoniosa.

A Zona de Conservação do Peixe-boi foi, oficialmente estabelecida no Plano de Manejo, vai da praia do Boqueirão, em Japaratinga, até a foz do Riacho em São Miguel dos Milagres. Dentro desta área fica o rio Tatuamunha, onde está localizado o recinto de soltura dos peixes-bois. Fora área de visitação, o Santuário do Peixe-boi, e dentro da zona, existem outras regras, como: uso de motor de popa tipo rabeta somente com proteção de hélice;o tráfego de outras embarcações de turismo e lazer só é tolerado na área do Rio Manguaba, desde que não ultrapasse a velocidade máxima de 5 Knos. Lanchas e motos náuticas são proibidas em toda a zona até os recifes de corais. É toda permitido e incentivado a pesca artesanal e o turismo de base comunitária, inclusive para visitação às piscinas naturais.

Quer saber mais?

www.icmbio.gov.br/apacostadoscorais

Turismo de Observação

Geração de emprego e renda para a comunidade,
educação e conservação ambiental.

Projetos Socioambientais

Cidade Verde

O Movimento Cidade Verde teve início em 2010 a partir da junção de ações de educação ambiental realizadas pela equipe do Projeto Peixe-boi (CMA/ICMBio) e mutirões de limpeza de praias, realizados pelos empresários e jangadeiros nas praias de São Miguel dos Milagres e pelas associações Peixe-boi e ARIBAMA em Porto de Pedras.

O Movimento realiza atividades educativas e provoca o debate com órgãos públicos e sociedade civil sobre o problema do saneamento básico na região da Rota Ecológica (Passo de Camaragibe, São Miguel dos Milagres e Porto de Pedras), na APA Costa dos Corais. Em 2014, o Movimento ganhou maior adesão de outras instituições e desencadeou outras frentes de atuação, como o debate sobre o direito de acesso às praias para a comunidade e o licenciamento ambiental em zona de praia (Fórum Socioambiental da Costa dos Corais) e a mobilização de jovens para ação social e ambiental (Projeto Jovens Protagonistas da Costa dos Corais).

Atualmente, a Associação Peixe-boi é uma das instituições responsáveis pela organização e realização das atividades de mutirão de limpeza de praias e rios da região.

O Movimento tem uma coordenação interinstitucional e participativa, cujas decisões são tomadas coletivamente.

As outras organizações responsáveis pelo Movimento são: Instituto Yandê, ICMBio e Associação Milagrense de Turismo Sustentável (AMITUS), além do apoio de diversos grupos de jangadeiros, colônias de pescadores, escolas, empresários e órgãos públicos.

www.facebook.com/movimentocidadeverde

Costa dos Corais

O Fórum Socioambiental da Costa dos Corais é um espaço de discussões democráticas, troca de experiências, denúncias e propostas a serem encaminhadas às diferentes instâncias do poder público e da sociedade civil organizada. Tem por objetivo buscar soluções para os problemas socioambientais dos grupos sociais e comunidades da APA Costa dos Corais, através da união dos diferentes atores sociais.

O Fórum surgiu como uma proposta de lideranças comunitárias e jovens, durante o desenvolvimento de um projeto de educação ambiental do ICMBio e Instituto Yandê. Resultou na criação de uma Comissão Executiva do Fórum, que se reúne mensalmente e já realizou dois grandes encontros.

O 1º encontro foi realizado em 2013, na cidade de São Miguel dos Milagres, com o tema “Saneamento Básico” e teve participação de mais de 300 comunitários.

O 2º encontro foi realizado em 2014, na cidade de Japaratinga, com o tema “Direito de Acesso às praias e Licenciamento Ambiental na APA Costa dos Corais” e contou com a participação de 150 pessoas em média, entre pescadores, estudantes, ambientalistas e empresários.

Atualmente a comissão articula ações com o ministério público e órgãos do poder público das esferas municipal, estadual e federal.

É composta pela Associação Peixe-boi, Câmara de Japaratinga, Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de São Miguel dos Milagres, Associação dos Empreendedores de Japaratinga em Turismo-AEJATUR, Colônia de Pescadores Z-25 de Porto de Pedras, Grupo Jovens Protagonistas, Instituto Yandê e CMA/ICMBio.

www.facebook.com/groups/forum.costadoscorais/

Participações

A Associação Peixe-boi também busca estar envolvida nos processos de gestão participativa e definição de políticas públicas. Busca a melhoria da região e acompanha o desenvolvimento regional do turismo e do meio ambiente. Neste sentido, a Associação tem acento nos seguintes conselhos:

Conselho Consultivo da APA Costa dos Corais, criado em 2011, presidido pelo ICMBio, com 28 acentos, 56 conselheiros titulares e suplentes, de 28 instituições de Alagoas e Pernambuco;

Conselhos Municipais de Turismo (CMT) e de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA) de São Miguel dos Milagres, implementados em 2014 sob a presidência da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo. Ambos possuem ampla representação da sociedade civil organizada (ONGs, pescadores/jangadeiros, associações comunitárias e órgãos públicos da esfera municipal e federal)

Instância de Governança da Costa dos Corais, é um grupo gestor em fase de implementação pelo Arranjo Produtivo Local de Turismo Costa dos Corais – programa da Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento (SEPLANDE) e da Secretaria de Estado do Turismo (SETUR) em parceria com o SEBRAE.

A Instância de Governança será vinculada ao Ministério do Turismo e terá um colegiado de gestão, planejamento e integração das ações da sociedade civil e do poder público.

Está focada em questões relacionadas ao desenvolvimento do turismo sustentável e integrado na região da Costa dos Corais alagoana.

Conta com cerca de 20 membros, representantes de diferentes instituições, dentre elas, a Associação Peixe-boi.

Contato

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Associação Peixe-Boi de Condutores

Rua Luiz Ferreira Dorta, 25
Tatuamunha - Porto de Pedras - Alagoas
CEP: 57948-000

(82) 3298-6247

contato@associacaopeixeboi.com.br

www.facebook.com/associacaopeixeboi

Links Importantes aos Turistas

Avaliação Trip Advisor (Santuário do Peixe-Boi)

Avalie o passeio e nossos condutores (formulário do Google Docs utilizado pelo ICMBio)

Patacho Receptivo - Transfer para a região da Rota Ecológica: patachoreceptivo.com.br

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Banco Bradesco 237

Agência 6190-5

C/C 0567055-1

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